quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Eleições brasileiras

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O Brasil é uma democracia representativa, onde o povo escolhe seus representantes através do  voto. A cada quatro anos acontecem eleições para presidente, deputados federais, deputados estaduais, senadores, vereadores e prefeitos.
Antes das eleições, durante um período determinado por lei, os candidatos fazem suas campanhas, usando para isso os meios de comunicação: televisão, rádio, internet, organizando comícios, panfletando, adesivando e pondo placas e cartazes pelas ruas. É a chance que eles têm de dizer o que pretendem fazer se forem eleitos. Infelizmente, muitos políticos preferem usar esta oportunidade para falar mal dos outros.

Voto secreto
Nas eleições brasileiras, o voto é secreto: ninguém sabe quem votou em quem. Assim, impede-se que os eleitores se sintam obrigados a votar em alguém ou até mesmo que troquem o voto por dinheiro-coisas que aconteciam no passado. Quem não gostar dos candidatos pode votar em branco ou simplesmente anular o voto. Também é possível votar apenas no partido.  Mas para exercer o direito ao voto é preciso possuir um título de eleitor. Em nosso país, quem tem menos de 16 anos não pode votar. O voto é obrigatório para quem tem entre 18 e 70 anos e sabe ler e escrever. Analfabetos e pessoas com mais de 70 não precisam votar. Durante muito tempo, nosso país utilizou votos em papel: o eleitor preenchia a cédula com o número ou nome do candidato ou partido e a depositava em uma urna. Desde 1996, o Brasil utiliza a urna eletrônica. Neste caso, vota-se digitando os números dos candidatos ou do partido.
Vitoriosos e segundo turno

Na hora de decidir quem venceu, vale a regra da maioria: o candidato precisa ter mais da metade dos votos válidos (o que exclui nulos e brancos) para vencer. Ou seja, 50% dos votos mais um voto. Em municípios com menos de 200 mil habitantes, isso não é necessário. Basta que o candidato seja o mais votado, mesmo que não supere os 50% dos votos. Se houver um empate com número exato de votos (o que pode acontecer em pequenas cidades), o candidato mais velho é quem vence. Caso nenhuma dessas situações aconteça, o jeito é realizar um segundo turno (outra eleição) com os dois candidatos mais votados, que terão uma nova chance de apresentar à população seus projetos de governo. Geralmente, no segundo turno, os candidatos derrotados costumam escolher um dos dois políticos que se enfrentarão novamente para apoiá-lo, e tentam convencer seus eleitores a votar nesta pessoa. Para vereadores e deputados não há segundo turno. Vale a regra proporcional: o partido que ganhar mais votos tem direito a eleger mais representantes.
A eleição 2014, acontecerá dia 5 de outubro, o primeiro turno, e dia 26 de outubro, o segundo turno. Em todo o país e serão votados os seguintes cargos: Presidente, Governador do Estado, Deputados (Federal e Estadual) e Senador.


O Presidente da República exerce a função de chefe do Poder Executivo e também de chefe de Estado (autoridade máxima) em uma nação cujo sistema de governo é o presidencialismo. No Brasil, ele é eleito pelo voto direto, sendo o representante do povo no âmbito federal. O mandato tem duração de 4 anos, podendo se estender por mais 4 anos, através de novas eleições (que chamamos de reeleição). A moradia oficial de um presidente é o Palácio da Alvorada, em Brasília, no Distrito Federal.

O Governador é a autoridade máxima do Poder Executivo Estadual, ou seja, é o chefe desse poder dentro de cada Estado da Federação. No Brasil são eleitos 26 Governadores de Estado e 1 Governador do Distrito Federal. O Governador tem como função principal a direção da administração estadual e a representação do Estado em suas relações jurídicas, políticas e administrativas, defendendo seus os interesses junto ao Presidente e buscando investimentos e obras federais. 

Os Deputados fazem parte do Poder Legislativo, assim como os senadores. Juntos, deputados e senadores compõem o Congresso Nacional. Portanto, além de criar, discutir e votar as leis, o que faz em conjunto com o Senado Federal, cabe a Câmara, ou seja, aos deputados, verificar as contas presidenciais, autorizar a instauração de processo contra o Presidente e sua equipe, além de receber e investigar denúncias contra o poder executivo. Os deputados estaduais exercem praticamente as mesmas atividades que os deputados federais, porém em nível estadual, ou seja, legislam sobre as leis estaduais e fiscalizam o poder executivo estadual.

O cargo de Senador é um grande diferencial dos outros, o senador é o encarregado de representar os Estados-membros da federação, e são eleitos diretamente, cada Estado é representado por três senadores no congresso nacional, portanto, os senadores representam os Estados Federados e não o povo diretamente, como os deputados federais, eles têm a responsabilidade de zelar pelos direitos constitucionais do povo, julgar o Presidente da República e analisar e votar projetos de lei, entre outras atividades.


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