Mostrando postagens com marcador Teatro. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Teatro. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Programação cultural do Colégio Christus

Para comemorarmos o resultado dos nossos trabalhos desenvolvidos durante o ano de 2011 convidamos para as nossas apresentações que assim se distribuem

Dias 28 e 29 de outubro, às 19h no Teatro Arena Aldeota
·      Cordel do Amor Sem Fim
Montagem do Grupo Em Cena
Texto de Claudia Barral e Direção Nazaré Fontenele.

Dia 31 de outubro, às 8h20 e dia 01 de novembro, às 14h20 no Teatro Arena Aldeota

·      A revolução dos Brinquedos
Adaptação e direção de Hiroldo Serra

Dia 11 de novembro, às 19h no Teatro Arena Aldeota

·      Recital de piano e violão
Professores Cristina Gino e Ricardo Alves

O recente movimento musical, iniciado este ano no
Colégio Christus BS, em aulas de piano e violão, que
já vem revelando novos talentos em nossa Instituição.

Dia 12 de novembro, às 19h no Teatro Arena Aldeota

·      A Farsa do Mancebo Que Se Casou Com a Mulher Geniosa
Texto de Alejandro Casona e tradução de Walmir Ayala
Direção Suyanne Correia

·      Maranatha
Texto de Natálio Luz.
Direção Nazaré Fontenele e  Suyanne Correia
Preparo musical: Aldrey Rocha e Participação de Moisés

·      Essa peça é um defeito, mas pra tudo dá-se um jeito
Ttexto do ex-aluno Rafael Martins.
Direção Nazaré Fontenele

A unidade Dionísio Torres também preparou um super encerramento, trazendo  a 3ª Edição da SIGO. Teremos uma semana inteira de oficinas onde integraremos os alunos, ex-alunos e interessados em teatro. Também buscando integrar os alunos de teatro das unidades Barão de Studart e Dionísio Torres. 

PROGRAMAÇÃO DA 3ª SIGO:

31.10 - FILME - MARIA ANTONIETA (OSCAR DE FIGURINO)
01.11 - AULA COM NAZARÉ NO CHRISTUS BARÃO DE STUDART
03.11 - APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS SOBRE O DOENTE IMAGINÁRIO + OFICINA DE CRIAÇÃO DE FIGURINO
04.11 - OFICINA DE CENOGRAFIA COM RAÍSSA STAREPRAVO

07.11 - VOZ - ANDRÉA PIOL
08.11 - DANÇA CONTEMPORÂNEA - JACQUELINE PEIXOTO
09.11 - MAQUIAGEM DE EFEITO
10.11 - MONTAGEM DE TRILHA SONORA - FELLIPE REVUELTA
11.11 – CONFRATERNIZAÇÃO


OBS: os interessados em participar da Sigo, tem que confirmar a presença aqui ou no perfil do Grupo de Teatro OUSE, do Colégio Christus, dirigido pelo professor de teatro: Jadeilson Feitosa.
Qualquer dúvida podem deixar perguntas aqui que me esforçarei em respondê-los!

Beijokas culturais a todos,
Suyanne Correia

domingo, 9 de outubro de 2011

Cordel do Amor Sem Fim

Um trechinho da leitura do texto:






Em breve o Grupo Em Cena apresentará: Cordel do Amor Sem Fim.
Texto da escritora baiana Cláudia Barral .
Direção de Nazaré Fontenele.
Esses vídeos foram feitos bem no início do processo de montagem... Aguardem!  :)
Já podem ir agendando os dias 28 e 29 de outubro às 19hs no Teatro Arena Aledota!!!!
Entrada franca!!!!

Beijokas culturais a todos,
Suyanne Correia

domingo, 25 de setembro de 2011

 Chapeuzinho Vermelho dos Tempos Modernos
Grupo Cena Educativa 

Chapeuzinho Vermelho dos Tempos Modernos é um espetáculo que, além de valorizar obras clássicas como Chapeuzinho Vermelho, aborda temas tão discutidos na atualidade, como a preservação da Natureza, o respeito aos idosos, o trabalho infantil e a utilização desenfreada dos meios de comunicação; reconstrói o clássico conto, desvelando angústias e preocupações contemporâneas sem perder a poética que povoa a ternura de cada criança.
Release
           Chapeuzinho Vermelho nos Tempos Modernos é uma releitura da obra de Charles Perrault, uma transcriação do Grupo Cena Educativa para o clássico conto da menina do capuz vermelho. Quem é essa menina nos dias atuais? Como ela vive neste mundo globalizado? Em cena os personagens vão ter que aprender a conviver com as diferenças e a respeitar a essência e a realidade de cada um. A peça é uma aventura contemporânea rumo a humanidade de cada um.
Texto Original: Charles Perrault 
Texto Adaptado: José Gomes
Direção: Felipe Franco
Elenco: Aldrey Rocha, Aline Campêlo e Rebeka Lúcio
Instrumentista: Zéis

Teatro Morro do Ouro (Anexo do Teatro José de AlencarDia 25 (DOMINGO) de SETEMBRO às 17h
R$5/10

OBS: Criança abaixo de 4 anos NÃO PAGA!
MAIS INFORMAÇÕES:

universidadedasartes@gmail.com
http://www.universidadedasartes.com.br/agenda-cultural.php





quinta-feira, 16 de junho de 2011

COMPANHIA



O aniversário de 35 anos chega a Roberto trazendo uma série de questionamentos sobre sua relação com os amigos e com as mulheres. Esse é o mote do espetáculo COMPANHIA, que o grupo Ás de Teatro apresenta nas sextas-feiras de junho no Teatro Sesc Emiliano Queiroz (Av. Duque de Caxias, 1701, Centro), sempre às 20h. O espetáculo tem direção de Glauver Souza, que também assina a adaptaçao do original de George Furth e Stephen Sondheim.

O protagonista vive situações diversas com seus casais de amigos, assistindo às maravilhas e às tragédias das relações amorosas. Ao mesmo tempo, envolve-se com mulheres mas foge do compromisso, dominado pela possessividade de amigos que exigem dele companhia, tempo e bom humor. No final de tudo, questiona-se: “por que amar?”.

Esta drama musical, tocado com um humor leve, é o segundo espetáculo do grupo Ás de Teatro, que vem de bem sucedidas temporadas do espetáculo “Você Não Consegue Parar!” (2009 a 2011), visto por mais de 2500 pessoas.



Serviço:

COMPANHIA
Grupo Ás de Teatro
Direção e adaptação: Glauver Souza
Adaptação do musical original de George Furth e Stephen Sondheim
Direção vocal: Rafaele Cavalcante
Elenco: Pedro Guimarães, Thayla Gomes, Lucas Teófilo, Raquel Pimentel, Juracy de Oliveira, Rosália Oliveira, Marcelo Freitas, Elaine Nascimento, Jordhana Botelho, Simone Évans, Ana Negreiros, Clark Ribeiro, Larissa Carneiro e Graco Alves

Temporada: sextas-feiras de junho (10, 17 e 24)
Local: Teatro Sesc Emiliano Queiroz (Av. Duque de Caxias, 1701, Centro)
Horário: 20 horas
Ingressos: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia)
Informações: (85) 8826.1418

terça-feira, 14 de junho de 2011

Audição do . COM para novo espetáculo: Wicked



www.teatropontocom.wordpress.com
É com imenso prazer que abrimos as portas para entrada de novos integrantes para compor a família .COM de Teatro. A fim de somar aos estudos, pesquisas e praticas do teatro musical convidamos a todos para compor nossa equipe em busca por desenvolvimento e superação.

O musical escolhido foi WICKED. Há 7 anos em cartaz na Broadway o espetáculo já conquistou a simpatia de milhares de pessoas ao redor do mundo e faturou grandes prêmios no cenário musical. Agora é a nossa vez de encarar esse desafio e nos jogarmos a essa empreitada.

Os interessados deverão escolher no mínimo dois personagens trazendo uma de suas músicas para a seleção: a ser cantada a capela em português ou em inglês. Também deve trazer uma improvisação livre em cima da personagem escolhida.

A seleção ocorrerá por ordem de chegada e poderá ser feita para qualquer personagem.

Para quem não conhece o espetáculo aqui vem o vídeo do trailer do musical:
http://www.youtube.com/watch?v=GP6DX9lxlZ4

Para quem quiser conhecer as músicas do espetáculo, podem fazer o download no site:
http://www.4shared.com/file/9WTbRhx4/Wicked_-_original_broadway_sou.htm

Quem procura as partituras vocais do espetáculo:
http://www.4shared.com/document/mDcZpC_a/WICKED_vocal_score.htm

Agradecemos a todos que acreditam no projeto e esperamos encontrar além de tudo novos amigos e companheiros para essa nova empreitada.

Audições:
Data: somente 22 de junho
Horário: 17h30 às 21h
Local: Universidade de Fortaleza (UNIFOR), bloco N, sala 31

quinta-feira, 2 de junho de 2011

FOI - uma peça aos pedaços



Primeiro estava passando, em um ato contínuo. Agora já se foi. E foi, no caso, remete não somente a não estar mais, mas também ao que já não é. As relações transitórias, os sentimentos que se vão, as rotinas que nos suprimem. Esse é o cerne da segunda peça – a primeira foi En Passant – da Companhia Vão de Teatro: Foi – Uma Peça em Pedaços.


Tanto uma como a outra dão conta do mesmo aspecto de efemeridade da vida. E a de agora, que estreia hoje, 1º, e segue durante todas as quartas e quintas do mês de junho, é dividida em cenas em que um único ator, Jadeilson Feitosa, interpreta quatro histórias em monólogo.

O primeiro pedaço trata de uma mulher que vive uma rotina organizada entre marido, filhos, emprego e que em um momento ela se perde. “Ela levava a vida no piloto automático e ele começa a falhar”, diz Rafael Martins, que assina o texto e a direção da montagem. Na segunda parte, um ator sozinho tenta interpretar uma cena que deveria ser um diálogo. A terceira cena trás um rapaz em vias de se encontrar com o ex-namorado e tentar uma reaproximação amigável. E na última, um personagem rememora fatos engraçados da própria vida. “São quatro histórias diferentes e que são propositadamente descosturadas, mas o que as une é que em todas os personagens vão ter de desatar de algo, de alguém, e ou de si mesmo”, explica.

Os fragmentos das vidas dos quatro personagens são contados de forma bem delimitada. Para cada cena, um novo espaço cênico e a plateia se move até ele. É aí que entra uma das experimentações do grupo, que distante do palco de um teatro, procura fazer do cenário elemento da trama. O espetáculo se desenrola na Torre Quixadá. De lá de cima se tem uma visão de 360 graus de toda a cidade e é ela, com seus sons, luzes e rotinas, que serve de cenografia para a montagem. “A peça fala de gente se encontrando e se perdendo, de rotinas enlouquecidas, de mudança. Por isso, a cada cena o público muda de posição em busca de um outro pedaço. Tirar o espectador dessa rotina, e ao mesmo tempo dar a ele essa visão como a de alguém que está em um avião vendo uma cidade de brinquedo que não lhe diz respeito, o faz ‘desanestesiar’ o olhar”, teoriza.

Por ser na torre, o público máximo por cada apresentação é de 30 pessoas, o que, segundo Rafael, dá ainda uma atmosfera mais intimista. “Apesar de ser bem mais leve e engraçada do que a En Passant, a Foi olha pra vida e fala pra dentro e a gente optou por coisas que fossem bem de pertinho”, diz.

Com cenário de Raíssa Starepravo e figurino de Diogo Costa, Foi é primeira peça em que Rafael assina a direção. Habituado a atuar e escrever, Rafael acredita que dirigir é “o vinculo” entre as outras duas atividades. Formada por pessoas provenientes de outros grupos de teatro, a Vão ressalta outro aspecto durante a construção dessa segunda peça. “Tudo foi feito de forma colaborativa e Foi é a criação de uma cara que a nem a gente sabia direito qual era, mas que começa a se consolidar”, diz.


SERVIÇO

FOI – UMA PEÇA AOS PEDAÇOS
Quando: quartas e quintas de junho, a partir das 20h
Onde: na Torre Quixadá (av. Barão de Studart, 2360)
Quanto: R$ 20 (inteira), R$10 (meia)
Capacidade máxima: 30 pessoas por sessão

Domitila Andrade
domitilaandrade@opovo.com.br

terça-feira, 31 de maio de 2011

Cinema com Rapadura

Cinema no teatro
MAIS TRADICIONAL FESTIVAL DE CINEMA DO ESTADO SERÁ REALIZADO EM JUNHO, DESTA VEZ NO THEATRO JOSÉ DE ALENCAR
O ano de 1991 foi marcante para os cinéfilos de Fortaleza. A Vídeo Mostra Fortaleza surgiu no panorama cultural da cidade com o objetivo de exibir obras de cineastas locais. Quatro anos depois, já era uma mostra nacional e logo adotou o nome Cine Ceará - Festival Nacional de Cinema e Vídeo. Mais conhecido hoje como Cine Ceará - Festival Ibero-americano de Cinema, a 21ª edição do tradicional festival terá a temática Religião e Religiosidade de 8 a 17 de junho.

Realizado nos últimos anos no Cine São Luiz, o palco muda para o Theatro José de Alencar. Em entrevista ao Cinema com Rapadura, o diretor do Cine Ceará, Wolney Oliveira, apontou as vantagens do novo local. "É acusticamente melhor, teve todo o sistema de condicionador de ar renovado, possui um centro de convivência por meio dos jardins de Burle Marx, oferecendo mais segurança por estar inserido dentro do Theatro e ainda comporta no mínimo 800 pessoas", contou.

O evento levará ao público cearense mais de 100 produções de cinema e vídeo brasileiras e ibero-americanas, promovendo o intercâmbio entre profissionais de audiovisual e abrindo espaço aos novos talentos da área. O Cine Ceará promove durante sua programação as Mostras Competitivas de Curta e Longa metragem e ainda seminários, oficinas e mostras especiais, além de homenagear profissionais e personalidades de renome nacional e internacional na área do audiovisual.

A lista de longas-metragens selecionados para Mostra Competitiva é composta por nove produções, todas inéditas no Brasil, sendo três nacionais: "O Coro", de Werner Schumann, escolhido como filme de abertura do festival; e dois filmes cearenses, "Homens com Cheiro de Flor", de Joe Pimentel; e "Mãe e Filha", de Petrus Cariry. Já a Mostra Competitiva de Curta Metragem, com produções nacionais, contará com 12 concorrentes.

"Ainda será feita uma exibição hors concours de ´Os Últimos Cangaceiros´, meu terceiro longa metragem que marca sua estreia mundial no 21º Cine Ceará", completou Wolney sobre a programação do Cine Ceará, que terá também a Mostra Estela Bravo, um dos grandes nomes do documentário internacional, que irá lançar seu último média-metragem "Operação Peter Pan: Fechando o círculo em Cuba".

Outra novidade é que a programação terá entrada gratuita em Fortaleza, entre os dias 9 a 14 de junho (os dias 8 e 17 serão abertos apenas para convidados), o que facilita o acesso ao evento. Wolney lembra que a doação de alimentos ainda é preocupação do festival. "A Associação Cultural Cine Ceará irá adquirir uma quantidade de alimentos e doar às entidades que receberam os donativos nas edições anteriores".

O Festival acontece pela primeira vez em duas sedes, homenageando os 100 anos de emancipação política de Juazeiro do Norte, conquistada por meio do trabalho social, religioso e político realizado pelo Padre Cícero na região do Cariri. Em Juazeiro, o Festival será realizado nos dias 9 a 16 de junho, no Memorial Padre Cícero e no Centro Cultural Banco do Nordeste - Cariri, com uma parte da programação de Fortaleza. Para mais informações, basta acessar o site do evento: http://www.cineceara2011.com/.
O criador
O cineasta cearense Wolney Oliveira é graduado em Administração de Empresas pela Universidade Estadual do Ceará e especializado em Cinema e Televisão na Escola Internacional de Cinema e Televisão, em Cuba. Hoje, atua como diretor da Casa Amarela Eusélio Oliveira, da UFC, e é o diretor executivo do festival Cine Ceará. Com vários prêmios e produções em sua carreira, estreou seu primeiro longa de ficção no 17º Cine Ceará, "A Ilha da morte", uma coprodução entre Brasil, Cuba e Espanha. Em exibição hors concours, Wolney apresentará "Os Últimos Cangaceiros", seu primeiro documentário em longa metragem sobre o cangaço.

Em Jeri
A 2ª edição do Festival de Jericoacoara - Cinema Digital está confirmada entre os dias 15 e 21 de junho. O evento reunirá 50 filmes independentes brasileiros, de até 15 minutos de duração, produzidos com tecnologia digital, e selecionados em meio a 218 obras.

Em Canoa
Outra praia em que o cinema será foco é Canoa Quebrada. Terminam hoje as inscrições para o Curta Canoa, agendado para os dias 10 a 17 de setembro. Podem se inscrever filmes e vídeos com duração máxima de 20 minutos, concluídos no ano de 2009.

Exibição
Nesta quarta (dia 1º) serão exibidas sessões gratuitas do filme cearense "O Auto da Camisinha", no Centro Cultural de Horizonte. Após as exibições, terá debate com o diretor do filme, Clébio Viriato, e um dos protagonistas, o ator Carri Costa.

Anima Mundi
Entre 1.500 inscrições nacionais e internacionais, o curta de animação "Pin & Guin", produzido pelos alunos do projeto Cine Coelce, foi selecionado para o festival mundial de filmes de animação Anima Mundi. O projeto oferece a o contato oficinas de cinema.


Panelada, serão produzidos outros "Piratas do Caribe"?
(Letícia Monteiro - São Paulo/SP)
Letícia, depois do sucesso da trilogia e da receptividade do público com o quarto filme recém lançado, a Disney já confirmou que mais dois longas serão produzidos. Aliás, parece que o roteiro de "Piratas do Caribe 5" já está pronto, mas a Disney terá que esperar um espaço na agenda de Johnny Depp.

 matéria retirada de: http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=989131

terça-feira, 10 de maio de 2011

Oficinas Gratuitas na Aldeia Expressões Humanas com a Cia Estupor da Bahia.


Capital cearense é a primeira cidade a receber as peças dramática que unem ficção e realidade, entrelaçadas à tragédia social de uma América Latina dominada por ditaduras militares. Cada uma conta, independentemente, recortes de uma história de mãe e filha, que os laços de vida deveriam unir, mas que o destino separou. Os três espetáculos 
- um deles encenado num hospital - reconstituem a História a partir de diversos pontos de vista, de trajetórias pessoais e de diferentes personagens. A Memória Ferida (que conquistou o Prêmio Braskem de Teatro de 2009 como melhor texto), A Morte nos Olhos e Na Outra Margem, com textos assinados por Dinah Pereira, são três novas montagens que resultam de uma pesquisa dramatúrgica e cênica ancorada nas diversas possibilidades da narrativa como instrumento de reconstrução do passado e ressignificação do presente.Trilogia Memórias - Um grito contra o silêncio e o esquecimento: uma forma de compreender o outro e de atribuir sentido à experiência vivida. 



OFICINAS OFERTADAS
* INTERPRETAÇÃO COM MÁSCARAS TEATRAIS - 12/05 (quinta-feira) - 9h as 13h.
A interpretação com máscaras teatrais difere da interpretação realista no que diz respeito à falta de espaço para psicologismos e da total necessidade de desenvolvimento da dilatação corporal e receptividade a estímulos - incluindo o olhar do público. Essa técnica tem por objetivo a criação de um “estado”, ou seja, uma coerência corporal que nada mais é do que o próprio personagem. A oficina pretende, através de exercícios, introduzir noções desses elementos requeridos pelo uso da máscara.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: · Corpo cotidiano e corpo expressivo  · Dilatação e segmentação corporal  · Conceito de Estado corporal · Máscara neutra   · Máscara expressiva  · Receptividade

PÚBLICO ALVO: A partir dos 16 anos.
VAGAS: 15 pessoas.


* DRAMATURGIA TEORIA E PRÁTICA - 13/05 (sexta-feira) - 9h as 13h.

Introdução às Teorias do Drama e ao Estudo de textos dramáticos representativos de convenções dramáticas diversas e variadas, com ênfase nos procedimentos particulares da sua elaboração. Observação laboratorial das estruturas dramáticas que preponderam nos textos estudados. A oficina pretende, ainda, abordar noções básicas de dramaturgia, acompanhadas de exercícios de criação dramatúrgica (construções de situações dramáticas).


CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 
·Definições de Drama e Dramaturgia: 1. Dramaturgia (sentido etimológico): Construção da ação; 2. Possibilidades de prática dramatúrgica: O texto anterior à encenação ou que nasce com a encenação, etc.; 3. Drama e Teatro - Artes autônomas; 4. Texto dramático X Obra dramática.
·Introdução: A Convenção Aristotélica - breve revisão da Poética: 1. Conceitos de Poesia e Imitação; 2. Origens da Poesia – Causas. História da poesia trágica e cômica; 3. Estrutura do mito trágico; 4. Unidade de Ação: histórica e poética;  5.Elementos Qualitativos do Mito Complexo: Reconhecimento e peripécia.

·A Convenção Realista-Naturalista: 1.PERSONAGEM;  2. INTRIGA;  3. LINGUAGEM.
·Estudo e classificação da personagem realista-naturalista:  1. Grau de verossimilhança, de simplicidade e complexidade; 2. As personagens simples: tipo e Caricatura;  3. As personagens complexas: o indivíduo e arquétipo.

PÚBLICO ALVO: A partir dos 18 anos.
VAGAS: 20 pessoas.

* OFICINA DE VOZ PARA O TEATRO - 13/05 (sexta-feira) - 14h as 17h.

Oferece noções gerais acerca do trabalho vocal para o teatro. Pretendendo ao final realizar uma pequena mostra, com exercícios e cenas. Permitindo a platéia ter uma visão geral do que foi trabalhado individual e coletivamente. O tema, escolhido pelo grupo será aquele que norteará toda a preparação da oficina e da mostra e sua abordagem será resultante daquilo que o grupo pensa ou sente com relação a ele.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: · Noções básicas de técnica vocal: respiração, emissão, articulação e impostação;  ·Improvisação a partir de elementos vocais; · Elementos de anatomia e fisiologia do aparelho fonador;  · Classificação vocal;  · Vocalizes básicos;  · Conscientização do uso da voz; ·

PÚBLICO ALVO: 
 A partir dos 15 anos.
VAGAS: 25 pessoas.

INSCRIÇÕES - Ficha pelo e-mail: ato.oficinas@gmail.com / 3252.3395
LOCAL DE REALIZAÇÃO: Aldeia Expressões Humanas - Rua Barão de Aratanha, 605 - Bairro José Bonifácio, Próximo à Domingos Olímpio.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

TVArte: Teatro / Cordel do Amor Sem Fim - Estréia 13 de ma...

TVArte: Teatro / Cordel do Amor Sem Fim - Estréia 13 de ma...

De 13 a 22 de maio acontecerá o 6º ESTUDANTE EM CENA - Bienal de Teatro. Momento promovido pelo Colégio Christus entre escolas de Fortaleza que veem na arte uma ferramenta de engrandecimento pessoal, cultural e artístico. Todos os dias com espetáculos gratuitos nos teatros: Arena Aldeota e Paurillo Barroso.

PROGRAMAÇÃO:

13/05 (19hs) / Teatro Arena Aldeota: Cordel do Amor sem Fim -Grupo Em Cena- Colégio Christus Barão de Studart
14/05 (19hs)/ Teatro Arena Aldeota : Lição de Botânica - Trama 7
15/05 (19hs)/ Teatro Arena Aldeota : O Bem Amado - Santa Cecília
16/05 (19hs)/ Teatro Paurillo Barroso : Os Revoltosos - Grupo de Teatro do Christus Unidade Sul
17/05 (19hs)/ Teatro Paurillo Barroso : Os figos da figueira - Grupo Trilhares FB
17/05 (20hs)/ Teatro Paurillo Barroso :Os Bastidores - Colégio Santo Tomáz de Aquino
18/05 (19hs)/ Teatro Paurillo Barroso : Alerta Mágico - Grupo Edisca de Teatro
18/05 (20hs)/ Teatro Paurillo Barroso :Sirineu, Nossa Senhora, o Capeta e a Morte E A Morte e o Curupira - Colégio Sapiens
19/05 (19hs)/ Teatro Paurillo Barroso : Sonho de uma noite de verão - Grupo Santo Inácio de Teatro
20/05 (19hs)/ Teatro Arena Aldeota : O Castelo Desencantado - Grupo de Teatro Arte&Manha : Colégio Militar de Fortaleza
21/05 (19hs)/ Teatro Arena Aldeota : Mamma Mia - Grupo Espaço Aberto de Teatro
22/05 (18:30hs)/ Teatro Paurillo Barroso : O Caminho - Colégio CWD Maximus
22/05 (19hs)/ Teatro Paurillo Barroso : RACHEL: No Balanço de Uma Rede - OUSE : Colégio Christus Dionísio Torres

terça-feira, 5 de abril de 2011

vocês fazem parte de mim...


Só quem participou desse grupo, acompanhou nossa corrida contra o tempo, e contra tudo para que nossas apresentações ficassem prontas a tempo e com uma boa qualidade, foram ensaios exaustivos, em  muitas noites seguidas, em finais de semana, sempre depois de muita aula e muitas outras atividades de cada um de vocês. Sei que você ainda não são independentes e  não respondem por si, então eu agradeço também a colaboração dos pais desses alunos que compreenderam o meu trabalho, e deram apoio aos seus filhos para continuarem no teatro e a realizarem esse espetáculo sobre o meio ambiente.

Quem participou disso, ou  como ator ou como platéia, sabe que  o espetáculo contribuiu também pra uma reflexão maior de toda a escola com relação aos cuidados e prezervação do meio ambiente. Nós sabemos que o que fizemos nãoi foi nada inovador, na verdade repetimos um discurso que todo mundo parece estar cansado de saber. 

Você agora de estar se perguntando então, porque eles perderam tanto tempo fazendo isso? Pra que esse esforço todo? Exatamente por isso, porque nós nos importamos com as coisas erradas que estão acontecendo. E não é porque todo mundo sabe que o lixo deve ser jogado no lixo que não existem mais placas alertando, afinal de contas parece que saber todo mundo sabe, o problema éfica por conta da ação. A maioria das pessoas  insiste em acreditar que sua ação não muda o mundo e isso é o maior mal do mundo. Por isso que as coisas não mudam de verdade, porque as pessoas perderam e continuam perdendo a esperança dnelas mesmas. Eu estou muito feliz pelo trabalho de conscientização que faço com meus alunos e pelo trabalho que conseguimos desenvolver dentro da escola.  Conseguimos colocar nos palcos um reflexo do mundo atual  e a identificação vem naturalmente... e essa é a parte mais interessante! Fazer as pessoas perceberem o problema e o mais fascinante ainda, como resolvê-lo.

Mas eu não podia deixar de agradecer de todo meu coração a cada um de vocês que fez parte do processo, vocês me mataram de orgulho desde a leitura do texto na nossa sala, quando debatemos o texto e vi opiniões semelhantes as minhas, depois foi muito tranquilo o processo de seleção de personagens e contrução também, não tenho do que reclamar com relação aos ensaios, claro que algumas pessoas não puderam ir a alguns ensaios, mas a responsabilidade em avisar antes, explicar os motivos, correr atrás do tempo perdido  foi muito importante. Foi muito bom saber que eu tenho uma equipe tão jovem e ao mesmo tempo tão responsável e apaixonada pelo teatro como eu. Você me encheram de orgulho a cada apresentação, a superação indivudual entre uma apresentação e outra não tenho nem como descrever... a maioria delas vocês mesmos falaram em nossa avaliação em grupo, né?Então eu não estou exagertando.

Eu não podia passar em branco, né? Deixar de falar de vocês aqui no blog... :) 
Vou parar de chamar vocês e vou colocar a ficha técnica do espetáculo, ok?

Texto: Walmick Campos
Produção: Jaderson Feitosa e Raíssa Starepravo
Direção: Jadeilson Feitosa, Jaderson Feitosa, Raíssa Starepravo Nazaré Fontenele e Suyanne Correia
Iluminação: Jaderson Feitosa, Raíssa Starepravo, Glauver Souza
Sonoplastia: Fellipe Revuelta
Edição de vídeo: Fellipe Revuelta
Execução técnica (som, luz e vídeo) : Jaderson Feitosa
Contra-regragem: Fernando: Orlândio e Suyanne Correia

Elenco:
Planeta Terra: Glauver Souza
Criança: Aline Sampaio
Pedinte: Jadeilson Feitosa
Maria: Raíssa Starepravo
Jesus: Fellipe Revuelta

Empresário 1: Lucas Mororó
Empresário2: Adilson Giffoni
Empresário 3: Matheus Mororó
Assistente: Lara de Oliveira
Jovem 1: Liza Studart
Jovem 2: Ana Lara
Menina 1: Thaís de Paula
Menina 2: Nathália Pimenta
Mulher: Ana Maria
Panfleteiro: Arthur/ Matheus Mororó
Caçador 1: Hezaul
Caador 2: Moizés



PS: as fotos estão no meu orkut e os vídeos estão no canal do grupoemcena no You Tube, ok?
Beijo grande a todos vocês!!!!
Tia Su

segunda-feira, 4 de abril de 2011

São Francisco tu não paras de passar...

" Tem o amor de mãe pra filho. Tem o amor de dois irmãos. Tem o amor que um homem sente por uma mulher e tem o amor que uma mulher sente por um homem. Nessa última categoria te o amor do “se eu não tiver você o tempo passa”, tem o do “ se eu não tiver você eu até prefiro” e tem o pior, o amor inventado por Deus ouvindo a opinião do demônio, o que Teresa sentia, o amor do “se eu não tiver você eu morro”. Dezembro acabou e outros dezembros vieram e quanto mais dezembro viessem a cabeça de Teresa só martelava a ideia fixa: Antônio há de voltar. Eu não sei porque mistério com Teresa foi assim, eu só sei que tudo acaba, tudo muda, tudo morre, mas o sentimento de Teresa não acabava, não mudava e não morria. "







" Passa tudo sempre dentro do meu peito
O que está, feito está feito, está bem feito
O não feito nunca mais que se fará
São Francisco tu não paras de passar"



Trecho da fala do narrador de CORDEL DO AMOR SEM FIM e vídeo de  uma das músicas do espetáculo, parte do grupo conhecendo e aprendendo a melodia, e a letra do versinho, claro. No ensaio desse fim de semana o grupo foi levado a pensar  como personagem,  e foi muito engraçado a forma como cada um se percebe dentro da trama e como se vê em relação aos outros personagens. mais interessante foi a discussão sobre a Teresa, moça morena do interior de carinhanha, irmã caçula de três irmãs a que teve em suas mãos a oportunidade de se casar, sair de casa e consequentemente se libertar do controle das irmãs, mas que por escolha, amor ou esperança decidiu esperar um moço que conheçeu no cais, enquanto comprava uma farinha. Esperar por esse moço se transformou a vida de Teresa. E o tempo??? Ah!!!! O tempo é coisa que não tem medida... Teresa esperou, esperou e continuou esperando. E os alunos se qustionam se existem Teresas nos tempos de hoje. E como não? As Teresas movem o mundo, cada uma a seu modo, cada uma a seu tempo e cada uma a seu limite, claro, mas o que seria da vida sem uma " esperança". A esperança nos faz ultrapassar barreiras e ampliar horizontes. A esperança e a vida são duas coisas que se acabam juntas.


Suyanne Correia
@nannycorreia

domingo, 27 de março de 2011

DIA MUNDIAL DO TEATRO


Vinte e sete de março é internacionalmente comemorado como o Dia Mundial do Teatro. Retrocedendo no tempo, anterior ao período cristão e que marca o nosso atual calendário, vamos encontrar a Grécia Antiga, palco florescente de todas as artes, em especial a arte cênica. Talvez por falta de um material mais consistente que remonte aos tempos de Téspis, encenador e dramaturgo que se ocupava de uma carroça para concretizar seus espetáculos em praças públicas, de uma cidade para outra, os grandes historiadores do teatro se concentram na tragédia grega como o ponto inicial dessa arte que até hoje sobrevive a todas as guerras e dificuldades.

Para alguns desses historiadores, a tragédia teria nascido de um culto, junto ao altar de algum deus, e que seria uma das maravilhas espirituais do mundo marcando a união de drama e povo, afirmando e fortalecendo a Grécia de então. Para eles, drama tem o significado de ação e, entre todas as ações dramáticas, a tragédia seria a jóia de maior preço. Dificilmente existirá um poeta, um filósofo, um estadista ou um sábio, que não se tenha detido alguma vez, demoradamente, com seu pensamento, analisando a essência da tragédia, porque com certeza sentiu na própria vida os perigos que enfrentou quando, ao se empenhar em grandes tarefas, cruzou com a incerteza, a contingência de uma idéia em que se empenhara.

Sentiram, que não chega aquilo que na terra nos é oferecido como compensação de aflições íntimas. Sentiram muito mais: a divindade que não responde ao suplicante, por que não se pode colocar em palavras aquilo que ela poderia nos responder, já que as palavras não passam de uma invenção humana, e nada mais são do que metáforas. 
A divindade nos deixa apenas pressentir que existe, quer seja através das palavras elevadas dos fundadores das várias religiões e dos profetas, da linguagem dos poetas e escultores, da música e seus compositores ou do sucesso de um feito concretizado com coragem e amplitude de responsabilidade, ou mesmo, de um fracasso resultante da extravagância e da irresponsabilidade humana.
Tudo isto alimentou a tragédia antiga, a cujo campo pertencem os conflitos entre a moral e a paixão, a lei e o direito natural, a medida e o orgulho, entre o conhecimento e um impulso inconsiderado que nos tenta levar às estrelas. Da hipertrofia do eu, que resultam as exigências que visam o mundo e raras vezes serão satisfeitas. E, de contrários duros e inexoráveis, nasce a tragédia, a flor escura e turva onde as gotas do orvalho são lágrimas de um deus compassivo.
Na decorrência desta criação artística do homem, seguiram-se as várias nuances da arte cênica, desenvolvidas através da comédia grega, do teatro greco-romano, dos mistérios medievais, o drama do renascimento e a comédia dell´arte, o drama pastoril e os dramas populares, o drama shakespeariano, o mimo, a ópera barroca, o teatro popular do barroco, a dramaturgia francesa de Racine, Corneille, Moliére, o drama alemão do iluminismo, a dramaturgia revolucionária do romantismo e do realismo, a dramaturgia burguesa, o drama social, o expressionismo e tantas outras vertentes desta arte que retrata o cotidiano das nações e da raça humana.
Pelo tanto de história, e pelo valor que representa na formação e educação cultural da sociedade, brindemos neste 27 de março a mais um Dia Internacional do Teatro, aproveitando para orar aos nossos governantes no sentido de que, dediquem parte do seu tempo a promover a produção cultural deste país. Como dizia Garcia Lorca, "um povo que não ajuda ou não fomenta seu teatro, se não está morto, está moribundo."

by: Carlos Pinto
Jornalista
Presidente do Instituto Cultural de Artes Cênicas do Estado de São Paulo e Secretário de Cultura de Santos.

sexta-feira, 25 de março de 2011

EM CENA e POLICULT s2



Agendado a primeira leitura dramática (VIRTUAL) na  sala de bata-papo da #POLICULT .

O grupo de teratro convidado para abrilhantar o dia do teatro na sala foi o gupo de teatro Em Cena! Adireção do grupo que esse ano completa 25 anos de atividade initerrupta fica por conta de Nazaré Fontenele. O Em Cena fara uma leitura do texto: Cordel do Amor sem fim, texto da escritora baiana Cláudia Barral. 

Após a leitura o grupo permanece no chat para um debate cultural sobre as temáticas do texto e sobre o trabalho desenvolvido pelo grupo ao longo desses 25 anos de atividade.

 Não fique de fora venha comemorar com a gente o dia do teatro. Porque a POLICULT é um espaço virtual, porém cultural! sim sim sim... a leitura e o debate serão virtuais e você pode participar do conforto do seu lar em seu pc, basta ter multimídia (caixas de som para nos ouvir e mic se quiser falar com a gente depois!) :P será uma experíência muito bacana, aguardo todo mundo nesse endereço virtual da #POLICULT http://br.tinychat.com/policult

Você não sabe ultilizar a ferramenta? Não tem problema a gente ensina, ok? Domingo estarei conectada a partir das 19hs para dar suporte a quem precisar, mas não é nada complicado não. Então compre essa ideia e ajude-nos a divulgar, ok?

Abraço cultural a todos e até domingo
Suyanne Correia
@nannycorreia

domingo, 20 de março de 2011

Cordel teatraliza amor desmedido

Por Ivana Moura
Carminha amava José, que amava Tereza que amava Antônio, que sumiu antes de entrar para a história. Alterando o nome das personagens, essa Quadrilha de Drummond continua a fazer suas tramas reais e ficcionais. Em Cordel do Amor sem Fim essa paixão explode, implode ou é sufocada às margens do Rio São Francisco, em Carinhanha, no Sertão baiano. Na cidade moram três irmãs – a velha Madalena, a enigmática Carminha e a jovem e idealista Tereza –, por quem José é apaixonado. No dia em que selaria o noivado, Tereza encontra o forasteiro Antônio no porto da cidade e tudo muda na sua cabeça, no seu coração, no seu corpo. O texto é da escritora baiana Cláudia Barral. 


Esse é o enredo do espetáculo: Cordel do amor sem fim
Aguardem...


De uma coisa ninguém tem dúvida: Cláudia Barral é sinônimo de inteligência. De atriz a dramaturga, ela transita com serenidade e talento, nos fazendo rir dos nossos próprios monstrinhos, nos tornando até amigos íntimos dos próprios. Eu tenho medo dela. Dela e deles.
Atualmente, ela tem três peças de sua autoria em cartaz: Como Almodóvar (Espetáculo de Formatura de uma das turmas de Interpretação Teatral da Escola de Teatro da UFBA, no Espaço Xisto Bahia), O Terceiro Sinal (Espetáculo que marca os 26 anos da Companhia de Teatro da UFBA, no Teatro Martim Gonçalves, com a Direção de Deolindo Checcucci) e Cordel do Amor sem Fim (Espetáculo montado pela Trupe Sinhá Zózima, num ônibus em movimento, em São Paulo).




“Deus separou o claro de escuro, separou o mar da terra, separou o macho da fêmea, separou o bem do mal e se Deus já começou separando quem sou eu pra falar em união, mas eu digo que o homem é bicho que nasceu pra ficar tudo junto. Da vida eu digo que é longa demais pra dizer que é curta e curta demais pra dizer que é longa. Do mar eu digo que é grande demais pra minha canoa e, do rio, eu digo que é o que me corre nas veias. Da grande cidade eu digo que já me debrucei nas suas varandas e que o mosaico de suas calçadas já viu o carimbo de meu pé. Sei de seus tumultos e barulhos e digo que nenhum deles deve ser o som da esperança. Porque os sinos da esperança não tocam nessas catedrais de pedra, nas ruas de pedra, no peito de pedra desses homens que andam por tantas calçadas que não vão dar em lugar nenhum. Do violão digo que é meu melhor amigo por ser o único que não me dá conselhos e, do sertão, digo que é minha casa. Do desejo digo que é bicho que não morre, do tempo digo que é inimigo dos homens e, do amor, digo que é inimigo do tempo.”


Trecho de Cordel do Amor sem fim

terça-feira, 12 de outubro de 2010

as pessoas são como moedas, de um lado cara, do outro o seu valor...

Você não consegue parar... comecinho do processo de montagem




ainda sem saber a letra da música e sem saber a coreografia... eita eita... e ainda precisando engordar mais uns 15kg!!! MEDO!!!!

Suy

domingo, 22 de agosto de 2010

vamooooooooooooos!!!!

Opereta “A Valsa Proibida” volta aos palcos para celebrar o centenário do TJA


Música, teatro, balé e sobretudo beleza plástica são elementos que compõem a opereta A Valsa Proibida, tradicional espetáculo cearense que será apresentado ao público nos próximos dias 27, 28 e 29 de agosto; e 3, 4 e 5 de setembro, no Theatro José de Alencar (TJA). Quase vinte anos após sua última exibição e após quase 70 anos da estréia, a Valsa Proibida é um grande resgate da arte do Estado, contando com a montagem do grupo Comédia Cearense, que interpreta a música e o enredo de Paurillo Barroso e diálogos de Silvano Serra. A execução musical fica a cargo da Orquestra de Câmara Eleazar de Carvalho.



27, 28 e 29 de agosto; 4, 5 e 6 de setembro de 2010
Horário: 20 horas
Local: Theatro José de Alencar
Ingressos: R$ 20 (inteira)/ R$ 10 (meia)
Informações: (85) 3261.2022

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

feliz dia do ator...






Quanto pesa a alma de um ator?

"Quanto pesa a alma de um ator em cena?

Que momento é esse, tão breve, tão sublime comparado ao percurso da vida e a chegada da morte?

A vida é um susto!

Atuar não é um susto!

A cena é descrita através da composição de elementos inerentes a arte em que ela está estabelecida. Cinema, televisão. O ator, a atriz, flutuam por este espaço imaginário e concreto ao mesmo tempo sem “tempo”, nem escolhas. Escorrem por entre suas vísceras o instante pleno da verdade criada para aquele “instante”. Ou seja: sustentam o quanto podem a vida que lhes foi permitida, e quando a morte se aproxima é notório que tudo isso foi em vão.

Essa é a missão. A sustentação disto é puro sonho de criança adormecida.

Começar para ruir. Viver para a morte. Atuar para esquecer.

O apego excessivo leva a loucura. Acreditar numa vida após “essa” morte é vão.




IMPULSO E BREVIDADE

Tão breve quanto os impulsos - campo fértil para o ator que transcende – é a brevidade que nela consiste. Esses dois fatores tendem a produzir os espasmos necessários para o corpo e a alma deste ator pleno entender a imersão do mergulho ao mais profundo de sua natureza “humana”. Uma vida natural que explode diante das câmeras, mas que simula a real, cotidiana, pura e por vezes, banal. Ela confunde e inquieta de tão intensa e impactante que é. E os impulsos da vida e sua brevidade inerente dão ao momento poético “do ser outro” a mesma violência calada e seca que segundos após a morte para sempre trará.

Talvez não aceitemos a morte como parte da vida.

E desejemos escondê-la de nossos olhos e de nossos pensamentos.

Mas atuar é morrer. No pequeno instante entre o “a” e o “ta”.
"


texto de: Luiz Mario Vicente






beijokas a todos que se identificam com a loucura de ser artista...
Suy

domingo, 13 de junho de 2010

SOMENTE HOJE!!!!





Última apresentação
Rachel: No Balanço de uma Rede
No Teatro Paurillo Barroso, Rua Israel Bezerra 630
Horário: às 20hs
GRATUITO!!!!
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...